
06/11/07… a coisa estranha acontece…
Foi na tarde deste lindo dia que a coisa aconteceu, aconteceu vai lá saber-se porquê e como, mas facto, é ter acontecido.
Dizem por aí que objectos oriundos do sítio (OBOS), foram causadores de uma revolta nunca vista, mesmo estando escuro. Os ditos OBOS, eram arremessados de tudo quanto era sitio, dizem as más-línguas que estes OBOS circulavam a velocidades nunca antes percorridas naquele espaço. Vozes mais serenas relatam a trajectória provável dos ditos OBOS, porém, certas vozes agitam-se contra a maré e decidem num gesto um tanto ao quanto descuidado, levantar-se e enfrentar tamanha agitação.
A pocilga agita-se, novas investidas surgem, bem ao jeito do Sangoku, como que canalizar um monte de energia para tentar desviar a fúria que os OBOS teimavam em não dar descanso.
Na escuridão do sítio à claridade do outro, foi um passo…melhor dizendo, foram dois os passos registados. Ouviram-se vozes e de repente a luz aparecera…era mais um que resolvia sair do local de culto.
A assistência fica impaciente, o alvo vê o seu tamanho reduzido.
Os OBOS regressam com nova investida, o seu embate com criaturas imundas fazia ressoar ecos estranhíssimos, o chão derretera perante o estado de decomposição da coisa, o mal estava feito, mas a pocilga ainda mexe…
A mancha negra reduz o seu número.
O batuque anuncia o desprezível acontecimento.
A luz ténue aparece, onde assustada com tamanhos seres, ilumina de forma intermitente a podridão fetal.
Foi na tarde deste lindo dia que a coisa aconteceu, aconteceu vai lá saber-se porquê e como, mas facto, é ter acontecido.
Dizem por aí que objectos oriundos do sítio (OBOS), foram causadores de uma revolta nunca vista, mesmo estando escuro. Os ditos OBOS, eram arremessados de tudo quanto era sitio, dizem as más-línguas que estes OBOS circulavam a velocidades nunca antes percorridas naquele espaço. Vozes mais serenas relatam a trajectória provável dos ditos OBOS, porém, certas vozes agitam-se contra a maré e decidem num gesto um tanto ao quanto descuidado, levantar-se e enfrentar tamanha agitação.
A pocilga agita-se, novas investidas surgem, bem ao jeito do Sangoku, como que canalizar um monte de energia para tentar desviar a fúria que os OBOS teimavam em não dar descanso.
Na escuridão do sítio à claridade do outro, foi um passo…melhor dizendo, foram dois os passos registados. Ouviram-se vozes e de repente a luz aparecera…era mais um que resolvia sair do local de culto.
A assistência fica impaciente, o alvo vê o seu tamanho reduzido.
Os OBOS regressam com nova investida, o seu embate com criaturas imundas fazia ressoar ecos estranhíssimos, o chão derretera perante o estado de decomposição da coisa, o mal estava feito, mas a pocilga ainda mexe…
A mancha negra reduz o seu número.
O batuque anuncia o desprezível acontecimento.
A luz ténue aparece, onde assustada com tamanhos seres, ilumina de forma intermitente a podridão fetal.


2 comentários:
Temos crónica....
lool
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